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Vini Jr. brilha de novo, aposta de Ancelotti dá certo e Brasil vence Haiti



Em jogo em que as mudanças de Carlo Ancelotti surtiram efeito e novamente Vini Jr. chamou a responsabilidade como a estrela do time, a seleção brasileira venceu o Haiti por 3 a 0 —com dois gols de Matheus Cunha— e assumiu a liderança do Grupo C da Copa do Mundo.

A última partida da fase classificatória é na próxima quarta-feira, contra a Escócia, em Miami (EUA), às 19h (horário de Brasília).

O Brasil abriu o placar aos 22 minutos do primeiro tempo em uma jogada de muita entrega de Matheus Cunha. Ele roubou a bola no meio de campo, tocou para Bruno Guimarães e foi para a área. O volante tocou para Vini Jr., que cortou para o meio, chutou, o goleiro deu o rebote e Cunha, com oportunismo, empurrou para o fundo do gol.

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Inspirado, o camisa 9 queria mais e ampliou aos 35. Lucas Paquetá roubou bola de Casimir, tocou para Vini Jr., que deu um belo passe em profundidade para Matheus Cunha. O atacante invadiu a área e chutou forte, de canhota, no ângulo do goleiro do Haiti.

Antes do primeiro tempo encerrar deu tempo para mais um, com Vini Jr., aos 47. Paquetá, que também fazia grande partida, deu um lançamento primoroso para o atacante do Real Madrid, que deu um toque rasteiro na saída do goleiro Placide.

Seleção brasileira letal diante de um ingênuo Haiti

Vini Jr comemora gol do Brasil sobre o Haiti em partida da Copa do Mundo
Vini Jr comemora gol do Brasil sobre o Haiti em partida da Copa do MundoImagem: REUTERS/Dylan Martinez

A seleção brasileira não iniciou a partida tão bem. O time demorou um pouco a se achar em campo e só foi se soltar depois dos 20 minutos do primeiro tempo. Mesmo ser brilhante, a equipe de Carlo Ancelotti foi letal diante de um ingênuo Haiti, que quando se arriscava a ir ao ataque, deixava muitos espaços na defesa —algo que os meias brasileiros souberam aproveitar bem, com ligações rápidas e bons passes que abriram caminho por dentro dos haitianos.

No segundo tempo o Brasil esteve bem modificado, mas com uma formação bem ofensiva, com Vini Jr., Rayan, Gabriel Martinelli e Endrick formando um quarteto de ataque. Nos primeiros minutos, porém, o time baixou o ímpeto um pouco por conta do conforto do placar de 3 a 0. Mesmo assim, criou oportunidades para vencer com um placar mais ampliado, mas faltou capricho no detalhe final.

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Raphinha sai lesionado

Raphinha reclama de dores durante Brasil x Haiti; jogador foi substituído
Raphinha reclama de dores durante Brasil x Haiti; jogador foi substituídoImagem: REUTERS/Dylan Martinez

O atacante Raphinha saiu lesionado no fim do primeiro tempo e foi substituído por Rayan. Ele deitou no gramado e demonstrou um semblante de preocupação enquanto conversava com o médico da seleção brasileira Rodrigo Lasmar.

A mesma fisionomia foi notada quando ele já estava no banco de reservas, o que liga o sinal de alerta para o técnico Carlo Ancelotti.

Regra "anticera" aplicada

Logo aos cinco minutos do primeiro tempo, a arbitragem colocou em prática a regra "anticera". O goleiro Placide, do Haiti, demorou mais que cinco segundos para repor o jogo e um escanteio foi dado em favor do Brasil, como manda o regulamento.

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Não valeu!

Raphinha chegou a balançar a rede logo aos 11 minutos do primeiro tempo após grande lançamento de Bruno Guimarães. Porém, o atacante estava em impedimento.

Aos 32 do segundo tempo, Rayan deu belo passe para Endrick e o jovem fuzilou para o fundo da rede. Porém, o atacante também estava impedido.

Gramado melhor?

Tema de muita reclamação por parte dos jogadores da seleção brasileira no jogo de estreia, em Nova Jersey, o gramado do estádio da Filadélfia aparentou em melhores condições que o do Metlife Stadium. Antes da bola rolar, ele foi bastante irrigado. Na estreia, algumas das broncas foi a de que o campo estava muito seco.

BRASIL 3 X 0 HAITI

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Competição: Copa do Mundo (2ª rodada do Grupo C)
Local: Lincoln Financial Field, na Filadélfia (EUA)
Data e hora: 19 de junho de 2026, às 21h30 (horário de Brasília)
Árbitro: Alejandro Hernández (Espanha)
Auxiliares: Jose Enrique Naranjo (Espanha) e Diego Sánchez (Espanha)
VAR: Carlos del Cerro Grande (ESP)
Cartões amarelos: Douglas Santos (BRA); Arcus, Pierrot, Jean Jacques (HAI)
Cartões vermelhos: Nenhum
Gols: Matheus Cunha, aos 22 minutos do primeiro tempo (BRA); Matheus Cunha, aos 35 do primeiro tempo (BRA); Vini Jr., aos 47 minutos do primeiro tempo (BRA)

Brasil: Alisson, Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães, Douglas Santos; Casemiro, Bruno Guimarães (Éderson), Lucas Paquetá (Gabriel Martinelli); Vinícius Júnior (Danilo Santos), Matheus Cunha (Endrick) e Raphinha (Rayan). Técnico: Carlo Ancelotti.

Haiti: Johny Placide; Carlens Arcus (Simon), Ricardo Adé, Delcroix e Experience; Duverne, Jean Jacques, Casimir (Deedson), Bellegarde (Etienne) e Providence (Joseph); Pierrot (Isidor). Técnico: Sébastien Migné.


Fonte: Uol

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