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Fuga dura pouco: detentos são encontrados escondidos e voltam para a prisão

Os dois detentos que fugiram do Centro de Detenção Provisória (CDP) de Marataízes na madrugada desta terça-feira (23) foram recapturados no mesmo dia após uma operação integrada entre a Polícia Civil e a Polícia Penal do Espírito Santo.

Diego dos Santos Azevedo, de 24 anos, e Luiz Guilherme Barbieri da Costa, de 27 anos, foram encontrados em uma residência no bairro Barra do Itapemirim, onde tentavam se esconder. O imóvel pertenceria a um amigo dos fugitivos.

A localização dos suspeitos foi possível após o cruzamento de informações táticas e o apoio da central de videomonitoramento da Guarda Municipal, que auxiliou as equipes durante a ocorrência.

A fuga aconteceu por volta de 0h25, quando policiais penais perceberam movimentações suspeitas durante uma ronda de rotina nos acessos externos da unidade prisional.

Segundo o boletim de ocorrência, um agente avistou dois internos do lado de fora da Galeria B, próximos à porta de saída. Os homens estavam com camisas amarradas na cabeça, aparentemente para dificultar a identificação.

Ao receberem ordem para parar, os detentos correram em direção à galeria e entraram na cela B02. Na sequência, os servidores verificaram que os dois acessos da galeria estavam abertos.

Um policial que estava na Torre I informou pelo rádio que havia visto dois indivíduos correndo em direção à portaria do CDP. Eles teriam passado pela cerca do presídio, atravessado a avenida em frente à unidade e seguido para uma área de mata.

As equipes iniciaram as buscas imediatamente, com acionamento do diretor da unidade, do Centro Integrado Operacional de Defesa Social (Ciodes), da Secretaria da Justiça (Sejus) e da Polícia Militar.

Durante a conferência dos internos, foi confirmada a ausência de Diego e Luiz Guilherme, que estavam alojados na cela B02. Ainda conforme o registro, a cela estava trancada apenas pela trava superior, após o ferrolho ter sido retirado do encaixe.

Após serem encontrados, os dois foram encaminhados novamente às autoridades competentes e permanecem à disposição do Poder Judiciário.


Fonte: diaadiaes.com.br

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