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Canetas emagrecedoras eram anunciadas por casal de Cachoeiro pelas redes sociais, diz polícia

Presos em flagrante 

Canetas emagrecedoras eram anunciadas por casal de Cachoeiro pelas redes sociais, diz polícia

Suspeitos são a corretora de imóveis Raine Cescon, de 35 anos, e o empresário e marido dela Jacsom Ferreira, de 42 anos.
(Casal preso por venda ilegal de medicamentos emagrecedores postava produtos nas redes sociaisMontagem A Gazeta | Redes sociais)

Publicações nas redes sociais movimentavam o negócio do casal suspeito de venda ilegal de canetas emagrecedoras em Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Espírito Santo, segundo a Polícia Civil. A corretora de imóveis Raine Cescon, de 35 anos, e o empresário e marido dela, Jacsom Ferreira, de 42 anos, foram presos em flagrante nesta terça-feira (12) no bairro Marbrasa.

De acordo com a PC, os medicamentos apreendidos incluíam Tirzepatida, Retatrutide, Alluvi e Lipostabil Endovena, além de ampolas de testosterona e solução bacteriostática — usada para dissolver medicamentos injetáveis.

Conforme o títular da Delegacia Especializada de Narcóticos (Denarc), delegado Felipe Vivas, o caso começou a ser investigado após alerta da Vigilância Sanitária do município, que recebeu denúncias pela ouvidoria da prefeitura de pessoas comercializando medicamentos para emagrecer, como a Tizepatida.

Ainda conforme o delegado, esses remédios só podem ser vendidos em farmácias regulamentadas pela Anvisa, caso contrário, a negociação pode ser configurada como crime de contrabando e contra a saúde pública.

(Raine Cescon e Jacsom Ferreira, casal preso por venda ilegal de medicamentos emagrecedores em CachoeiroMontagem A Gazeta | Redes sociais)

Segundo Vivas, o inquérito foi encaminhado ao Centro de Inteligência e Análise Telemática (Ciat) Sul, que deu continuidade às investigações e representou pelos mandados de busca e apreensão cumpridos nesta terça. 

A operação teve o apoio do Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic), da Delegacia Especializada de Narcóticos (Denarc) e do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).

A dupla, que será encaminhada ao sistema prisional, foi autuada em flagrante por suspeita de falsificar, corromper, adulterar ou alterar produtos medicinais, com o agravante de a mercadoria não ter registro na Anvisa.

Procurada pela reportagem da TV Gazeta Sul, a defesa de Raine e Jacsom disse que não vai se pronunciar no momento.

Fonte: agazeta.com.br

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