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Operação mira Comando Vermelho em Anchieta e cumpre 14 mandados de prisão

"Égide"

Operação mira Comando Vermelho em Anchieta e cumpre 14 mandados de prisão

Ação do MPES e da PM também cumpriu 16 mandados de busca e apreensão; quatro alvos já estavam presos

(Operação contra facção criminosa Comando Vermelho cumpriu 14 mandados de prisão em AnchietaDivulgação/ MPES)

O Ministério Público do Espírito Santo (MPES) e a Polícia Militar deflagraram, na manhã desta quinta-feira (23), a Operação Égide no município de Anchieta, no Sul do Estado. A ação tem como foco o combate à atuação da facção criminosa Comando Vermelho, especialmente em crimes ligados ao tráfico de drogas e armas, além de homicídios na região.

Durante a operação, foram cumpridos 14 mandados de prisão e 16 de busca e apreensão. De acordo com o MPES, cinco dos alvos já se encontravam no sistema prisional, em decorrência de prisões realizadas durante as investigações. As ordens judiciais foram expedidas pelo Juízo da 2.ª Vara da Comarca de Anchieta. Além disso, dois dos investigados inicialmente não localizados foram presos durante a tarde.

A ação contou ainda com a apreensão de três armas — um revólver e duas pistolas — e mais de 170 munições de diferentes calibres, além de carregadores, coldres, celulares e um notebook. Quatro veículos usados pelos investigados também foram apreendidos.

(Armas e mais de 170 munições foram apreendidas em uma operação em AnchietaDivulgação/MPES)

Coordenada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado da Região Sul (Gaeco/Sul) e pela Promotoria de Justiça de Anchieta, a ação mobilizou promotores, 38 viaturas e 110 policiais militares. A operação teve apoio da Assessoria Militar do MPES, da Seção de Inteligência da 10.ª Companhia Independente e de equipes do Batalhão de Missões Especiais (BME), do Batalhão de Ações com Cães (BAC), das Forças Táticas da 9.ª e da 10.ª Companhias Independentes, além do 9.º e do 10.º Batalhões da PM.

Segundo o Ministério Público, o objetivo é desarticular a atuação da facção, especialmente em crimes relacionados ao tráfico de drogas e armas, além de homicídios na região. O caso tramita em sigilo e, por isso, novos detalhes não foram divulgados até o momento. As instituições destacaram que a ação reforça a integração entre os órgãos de segurança no enfrentamento ao crime organizado no Espírito Santo.


Fonte: agazeta.com.br

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